quinta-feira, 26 de maio de 2011

Tecnologia e novas configurações subjetivas




" TÉCNICAS DE SI " NA CONTEMPORANEIDADE: A CONSTRUÇÃO DO SUJEITO NA FLUIDEZ DA WEB 2.0.



            O Homo Sapiens evoluiu para Homo Digitalis, no entanto, não se diferenciou na sua identificação cultural, pois necessita deixar suas marcas, utilizando linguagens diversas no decorrer da história.
           Com o aparecimento da internet, surge com ela novas crenças. Culturas, vão sendo estabelecidas, marcando uma sociedade com a era tecnológica. Apesar de todas essas novidades, o homem permanece com sua essência. Porém, produz dispositivos tecnológicos tentando responder questões de sua história psíquica, ou seja, aquilo que ele ainda não encontrou como resposta do seu EU interior.
         Sabe-se que o homem nasce livre, mas essa liberdade é puramente uma ilusão, pois o indivíduo coloca-se como o detentor de sabedoria e poder, através das suas experiências individuais adquiridas no decorrer da sua vida. Ao mesmo tempo que ele tem o domínio do conhecimento, torna-se manipulável em virtude das conseqüências das suas próprias criações.
         Podemos concluir que a internet criou um meio e propiciou o desenvolvimento de novas ferramentas (orkut, blog, facebook...), que ajuda o indivíduo a expressar suas verdades individuais, havendo uma ressignificação do sujeito com a sua identidade.


autor (a) : Isabelita Torquato / Noemy Pereira.

Tecnologia e novas configurações subjetivas



 
PRIMEIROS CONTORNOS DE UMA NOVA "CONFIGURAÇÃO PSÍQUICA"




            A contemporaneidade traz consigo os benefícios da internet para as pessoas que possuem o acesso direto ou não, alterando o mundo, uma vez que os usuários da internet modificam seu comportamento com a utilização contínua da rede social virtual através das comunidades nela existentes.
           Existe uma preocupação de alguns profissionais, inclusive aqueles que trabalham com a saúde mental, em relação às transformações internas do indivíduo. Através dessas observações feitas por estes profissionais,

Uma nova forma de entender a subjetividade



Uma sociedade caracterizada pela obediência e a submissão, é o que diz respeito a idade media, onde a visão do mundo não passava dos muros  que cercavam os feudos.
A sociedade da Idade Média se caracteriza pela classificação do poder e da intelectualidade marcados pela filiação e, independente de suas características peculiares, o sujeito seria o que a comunidade queria que ele fosse, numa condição pré-determinada, sem possibilidade de mudança. Mesmo nesse cenário, o individuo enquanto ser pensante busca mudanças, por que o estado letárgico que lhe caracterizava agora o incomoda, pois nesse instante as condições seriam outras, o contexto nesse momento é outro, as prioridades são outras. Não é tão louvável a cultura de subsistência, o que se vê é a crescente produção e produção em escala. Com isso há uma necessidade latente de entender o mundo enquanto parte dele, um mundo moderno, um mundo novo.

Acontece que com a Revolução Industrial (final do sec. XVIII), descobre-se a primeira fonte de energia, inanimada. O vapor surge para marcar a revolução mecânica e redefinir o perfil da Europa que agora é moderna. Por conta do momento ascendente de mudanças

segunda-feira, 23 de maio de 2011

As Mudanças que a Tecnologia possibilita

A tecnologia é a nossa mola de desenvolvimento na atualidade.
As melhorias e facilidades aplicadas na nossa vida são a cada momento, surpreendentes e visíveis a ponto de tornar possíveis melhores condições de vida; o vídeo abaixo nos mostra o quanto essa tecnologia pode nos beneficiar tanto física como subjetivamente. Aproveitem.

APO : FABIANO VIANA


domingo, 22 de maio de 2011


Ao pensarmos em “tecnologia e subjetividade”, logo nos remetemos ao acesso rápido à informação e é ai que entram internet, celular, smartphones, tablets e tudo mais.
Quantos de nós não passamos horas e horas twittando ou facebookeando pelo celular. A todo o momento, em todo lugar; na escola, faculdade, na rua, no ônibus lotado. A tecnologia faz parte de nossas vidas e estamos sempre esperando mais dela. Aquele produto recém-lançado que adquirimos sem sair de casa através da internet.  E aquele amigo que está passando por um aperto do outro lado do planeta enquanto você caminha na praça e fala com ele através do celular, seja conversando ou teclando pelo Twitter, Facebook, Orkut, etc...
Também percebemos a necessidade crescente de novos meios de transportes, evolução na medicina e melhores condições de vida. O individuo busca essa melhora, anseia por elas e por isso braços mecânicos são criados, pequenas tecnologias surgem a todo o momento, aparelhos para que possa ajudar na prevenção contra fúria da natureza. Aquele bebe prematuro de dez anos atrás, não teve os mesmos cuidados que são possibilitados hoje, o turbeculoso de ontem não teria cuidados tão acessíveis como hoje.
Enfim a necessidade de evoluir sempre existira no homem, ele sempre irá querer mais e a tecnologia alimenta esse querer, permite essa evolução constante, vivente e que alimenta nossa subjetividade gritante.